
Depois daquela algazarra toda... Entrei no quarto atónita! Conseguia-me sentir a desfalecer, e por mais rápido que fosse encontrei uma cama debaixo do meu frágil corpo. Mesmo que fosse a mais confortável, jamais iria mudar fosse o que fosse. Fiquei perplexa durante minutos e dei por mim a jorrar unicamente lágrimas, lágrimas grandes e fortes, sem nunca parar.
Bloqueei.
Bloqueei da mais fácil maneira, duma maneira pior daquela que fazia sempre que algo estava relacionado a ti. Foi aqui, entao, que incondicionalmente senti o teu cheiro, tão intenso e duradouro como nunca antes tinha sentido. Vi que seria a última vez que sentiria algo assim. Nada me acontecera assim na vida, nada.
Um bocado perdida já, mas ciente dos meus princípios, tu havias de ser feliz e ficar bem, nem que para isso eu ficasse mal e até me custa-se a própria vida.
Meia a dormir, meia acordada, com uma angústia a apoderar-se de mim, soube no meu consciente, no meu instinto, no meu coração que seria para sempre.
Sem mais uma força para lutar contra os factos,fraquejei, e adormeci num sono profundo.
Muito bem, surpreendeste-me pela positiva. Muitos Parabéns. Emanuel Melo
ResponderEliminarAh esqueci-me de te dizer uma cena. Espero mais textos. Fiquei viciado :p beijinho
ResponderEliminarTudo segue, tudo soma... a vida dá voltas imensas, nunca sabemos onde vamos parar mas, há sempre pontos de paragem! uns bons, óptimos ou, meros pontos PASSAGEIROS que têm muito que ensinar*beijo, irmã piriri
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